14 de Novembro: Dia Mundial Do Diabetes

14 de Novembro: Dia Mundial Do Diabetes

10731157_861032877304048_2811187279938065600_nOlá, sou  Ana Paula Nunes, tenho 27 anos, e sou diabética desde os 11 anos de idade. Atualmente controlo minha diabetes com a prática de atividade física regular, alimentação saudável e faço o uso de bomba de insulina. Depois de algumas complicações devido ao controle inadequado da diabetes durante a minha adolescência. Hoje ajudo diabéticos que enfrentam dificuldades no seu dia-a-dia, compartilhando e mostrando que a vida de um diabético pode ser muito mais “doce” se você souber controlá-la.

Me mudei para a Califórnia (Mountain View) há três meses para acompanhar meu esposo que veio trabalhar aqui no Vale do Silício.  E gostaria muito de encontrar por aqui outros diabéticos – idosos, adultos e crianças para que possamos compartilhar experiências e conscientizar pessoas à ter uma vida mais saudável para controlar e prevenir o diabetes.

Neste Dia 14 de Novembro, dou meus parabéns aos diabéticos!!!

Parabéns aos Vencedores! Somos todos vencedores por passarmos em cima dos mitos, das dificuldades, das vontades e da falta de apoio governamental; por passar por cima das filas de espera e da desinformação. Quem dera se a luta fosse apenas contra as picadinhas de insulina ou as furadinhas de dedo para medir a glicose. A coragem, a responsabilidade e a força de vontade de manter o diabetes controlado é essencial para que o Diabetes se torne seu amigo. Que essa coragem sirva de exemplo pra milhares de pessoas diabéticas ou não, a se alimentarem melhor e praticarem atividades físicas, mantendo a saúde em dia, sempre!

Controlar a diabetes, não deixe que ela controle você!

A doença é silenciosa, mas nossos gritos devem ser ensurdecedores. Contaminem as pessoas com essas informações!

Obrigada!

 

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10 Coisas que Você Precisa Saber Sobre Diabetes

O diabetes se caracteriza pela deficiência de produção e/ou de ação da insulina. O diabetes tipo 1 é resultante da destruição autoimune das células produtoras de insulina. O diagnóstico desse tipo de diabetes acontece, em geral, durante a infância e a adolescência, mas pode também ocorrer em outras faixas etárias.

Já no diabetes tipo 2, o pâncreas produz insulina, mas há incapacidade de absorção das células musculares e adiposas. Esse tipo de diabetes é mais comum em pessoas com mais de 40 anos, acima do peso, sedentárias, sem hábitos saudáveis de alimentação, mas também pode ocorrer em jovens.

  1. No tratamento do diabetes, o ideal é que a glicose fique entre 70 e 100mg/dL. A partir de 100mg/dL em jejum ou 140mg/dL duas horas após as refeições, considera-se hiperglicemia e, abaixo de 70mg/dL, hipoglicemia. Se a glicose permanecer alta demais por muito tempo, haverá mais possibilidade de complicações de curto e longo prazo. A hipoglicemia pode causar sintomas indesejáveis e com complicações que merecem atenção.
  2. Tanto insulina, quanto medicação oral podem ser usadas para o tratamento do diabetes. A insulina é sempre usada no tratamento de pacientes com diabetes tipo 1, mas também pode ser usada em diabetes gestacional e diabetes tipo 2 (quando o pâncreas começa a não produzir mais insulina em quantidade suficiente). A medicação oral é usada no tratamento de diabetes tipo 2 e, dependendo do princípio ativo, tem o papel de diminuir a resistência à insulina ou de estimular o pâncreas a produzir mais desse hormônio.
  3. A prática de exercícios pode ajudar a controlar a glicemia e a perder gordura corporal, além de aliviar o estresse. Por isso, pessoas com diabetes devem escolher alguma atividade física e praticar com regularidade, sob orientação médica e de um profissional de educação física.
  4. A contagem de carboidratos se mostra muito benéfica para quem tem diabetes. Os carboidratos têm o maior efeito direto nos níveis de glicose, e esse instrumento permite mais variabilidade e flexibilidade na alimentação, principalmente para quem usa insulina, pois a dose irá variar conforme a quantidade de carboidratos. Isso acaba com a rigidez no tratamento de antigamente, quando as doses de insulina eram fixas, e a alimentação também devia ser. É importante ter a orientação de um nutricionista.
  5. As tecnologias têm ajudado no tratamento do diabetes. Os aparelhos vão desde os glicosímetros (usados para medir a glicose no sangue) até bombas de infusão de insulina e sensores contínuos de monitorização da glicose.
  6. Se o diabetes não for tratado de forma adequada, podem surgir complicações, como retinopatia, nefropatia, neuropatia, pé diabético, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, entre outros. Se o paciente já estiver com diagnóstico de complicação crônica, há tratamentos específicos para ajudar a levar uma vida normal.
  7. A educação em diabetes é muito importante para o tratamento. Não só o paciente precisa ser educado, mas também seus familiares e as pessoas que convivem com ele. Assim, o paciente pode ter o auxílio e o suporte necessários para um bom tratamento e tomar as decisões mais adequadas com base em conhecimento.
  8. Muitos casos de diabetes tipo 2 podem ser evitados quando se está dentro do peso normal, com hábitos alimentares saudáveis e com prática regular de atividade física.
  9. O fator hereditário é mais determinante no diabetes tipo 2. Ainda se estuda o que desencadeia o diabetes tipo 1 e, por enquanto, as infecções, principalmente virais, parecem ser as maiores responsáveis pelo desencadeamento do processo autoimune. No tipo 2, os casos repetidos de diabetes em uma mesma família são comuns, enquanto a recorrência familiar do diabetes tipo 1 é muito pouco freqüente.
  10. Ainda não há cura para o diabetes. Porém, estão sendo realizados estudos que, no futuro, podem levar à cura. Para o diabetes tipo 1, está sendo estudada a terapia com células-tronco em pacientes recém-diagnosticados. Já para o diabetes tipo 2, os estudos com a cirurgia de redução de estômago (gastroplastia) têm mostrado aparentes bons resultados, mesmo em pacientes que não estão acima do peso. Salienta-se que esses métodos ainda são absolutamente experimentais.

 

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Integrar a mulher brasileira imigrante e fortalecer a comunidade brasileira feminina no exterior.

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2017-07-18T11:02:04+00:00

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Integrar a mulher brasileira imigrante e fortalecer a comunidade brasileira feminina no exterior.

One Comment

  1. Karla November 7, 2016 at 3:01 am - Reply

    Vou compartilhar com minha filha de 15 anos e DM1 desde dos 11 . Obg e muita saúde!

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